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Responsabilidade Social

Conheça os projetos sociais da Desenbahia

O termo responsabilidade social tornou-se palavra de ordem em instituições preocupadas com as comunidades em que estão inseridas. Seguindo este raciocínio a Desenbahia atua socialmente com ações que ajudam a melhorar a vida das pessoas:

Amigos, amigos, negócios à parte. Certo? Nem sempre. Para as revendedoras de produtos de beleza Eurides Pereira dos Santos, Helena Almeida e Marli da Silva, de Feira de Santana, a amizade e a confiança têm sido decisivas para que ampliem cada vez mais suas atividades, melhorem seus ganhos e, desse modo, elevem sua qualidade de vida.

 

Elas se conhecem há 11 anos, época em que as vizinhas Eurides e Helena já trabalhavam revendendo cosméticos para conseguir alguma renda. Mas cada uma sempre atuou por seu lado, isoladamente, e a falta de capital impedia que avançassem – a única coisa que podiam fazer era encaminhar os pedidos à central distribuidora e esperar que as encomendas chegassem, para então entregar às freguesas e receber o pagamento.

 

Todas sonhavam com um dinheiro extra que permitisse ampliar as vendas e os ganhos. Afinal, dois anos atrás, por iniciativa de Marli, resolveram tentar um financiamento, o primeiro de suas vidas. Sem contar com bens que pudessem apresentar como garantia, resolveram formar um grupo solidário – aquele em que cada parceiro garante o outro – para tomar um empréstimo na agência do CrediBahia de Feira de Santana, que havia sido inaugurada há pouco tempo.

 

De início, foram apenas R$ 200, divididos entre as três e quitados rigorosamente em dia. Logo se seguiram outros quatro empréstimos, sempre com valores maiores. Atualmente estão no quinto financiamento, de R$ 3.500, e já fazem planos para o sexto. “As coisas melhoraram bastante depois que começamos a tomar financiamento, porque pudemos fazer estoques. Com isso, a gente tem produtos para entrega na hora e ainda aproveita as promoções para se abastecer”, diz Eurides, de 46 anos de idade, viúva, dois filhos adultos.

 

A revenda de produtos de beleza é sua única atividade econômica, mas ela não tem queixas. Conta que tem freguesas antigas e fiéis, que não a trocam nem por concorrentes que oferecem vantagens ocasionais. Já Helena, de 28 anos e com dois filhos menores, acumula o trabalho de revendedora com o de ajudante no pequeno restaurante do marido. Segundo ela, o grupo solidário deu certo porque uma apóia a outra, inclusive completando a quantia necessária para o pagamento de alguma prestação do empréstimo, quando ocorre algum contratempo. Se uma não tem toda a sua parte, outra das parceiras cobre a diferença e depois tudo é acertado entre as três. Daí por que nunca atrasam seus compromissos.

 

“Nós nos completamos, temos solidariedade uma com a outra, o que é raro hoje em dia. Mas nada é fácil. Temos que nos esforçar muito”, comenta Helena. É o que faz Marli, de 30 anos, solteira e conhecida pela disposição e entusiasmo, segundo suas companheiras. Com o nível médio completo – a exemplo de Eurides e Helena –, ela se matriculou em um curso de técnica em enfermagem no turno da tarde e anuncia que vai prestar vestibular para essa carreira, “um projeto antigo que só agora se mostra possível”.

 

Isso porque as três, nascidas em famílias pobres de cidadezinhas da região de Feira de Santana, tiveram de enfrentar grandes dificuldades pela sobrevivência. Todas se reconhecem como “guerreiras” e se mostram satisfeitas com cada pequena conquista. O melhor é que, apesar das dificuldades, os planos não param. Eurides, por exemplo, pensa em aumentar sua renda instalando um bar em uma área livre de sua casa, no bairro Gabriela, que fica um pouco afastado do centro da cidade. Talvez por isso sua vizinha Helena sonhe em ter um carro. “A gente trabalha muito, mora longe e por isso vai se preparar para cada uma comprar seu carro. Nós merecemos”, diz. Quem conhece o esforço das moças não duvida.

 

Hotelaria baiana se moderniza para enfrentar concorrência

 

Não é nada fácil a vida de hoteleiro independente nestes tempos de mercados globalizados. Que o diga o baiano Glicério Lemos de Santana, o Lemos entre os colegas do ramo. Para fazer frente ao desembarque de grandes redes brasileiras e internacionais em Salvador, ele se empenha incansavelmente em manter os diferenciais que já possui e em criar novos fatores de atração, a fim de conservar o bom fluxo de hóspedes.

 

Todo esse esforço tem produzido resultados, tanto pela fidelização dos clientes – executivos, em boa parte – como pelo reconhecimento de entidades especializadas. Em setembro passado, por exemplo, o Monte Pascoal Praia Hotel recebeu o troféu Catavento de Prata/2004 como o melhor quatro-estrelas do país, distinção conferida por um grupo de instituições do qual fazem parte a Abav, a ABIH, a Abrasel, a Abrajet, o Skall Club, o Bahia Convention Bureau e o Sindetur, dentre outros.

 

Não é pouca coisa para quem cinco anos atrás comprou um hotel deteriorado, o então Hotel do Farol, em meio a uma grave crise da hotelaria baiana, tendo de fechá-lo de imediato para uma reforma total. Antes de abrir sob a nova bandeira – Monte Pascoal – ele teve o cuidado de escutar antigos clientes. Uma pesquisa mostrou que o ponto mais forte do hotel era a culinária - muitos disseram que voltavam sempre por causa da comida. Por outro lado, houve quem se ressentisse da defasagem na área de informática.

 

Os resultados levaram Lemos a conservar toda a equipe da cozinha e o antigo cardápio, não sem introduzir alterações para torná-lo ainda melhor. Levou-o também a celebrar uma parceria com uma empresa de informática do sul da Bahia, o que fez do Monte Pascoal o segundo hotel do Brasil a contar com provedor próprio, de acordo com o empresário. Além disso, criou um software próprio, hoje adotado por mais de 60 hotéis de todo o país, a partir das necessidades práticas da hotelaria.

 

“O mercado está muito disputado, com a chegada de novas redes. Para o hoteleiro independente, é um desafio muito grande. É preciso agregar valor ao produto e apostar na qualidade, sempre. Essa é a nossa filosofia”, disse Lemos.

 

A lição foi aprendida ao longo de 30 anos, desde o início dos anos 70, quando ele acreditava que a sua carreira natural seria a de agrônomo, já que é filho de fazendeiro. Mas foi reprovado no primeiro vestibular e terminou aceitando o convite de um amigo para trabalhar no Luxor Convento do Carmo, no Pelourinho.

 

Admitido como auxiliar controller, passou a participar do controle do empreendimento na parte física, financeira e administrativa. Uma oportunidade de ouro para quem se interessa pelo ofício de hoteleiro, como era o caso de Lemos, que se “apaixonou” pela profissão. “Eu não me limitava à minha área. Pedia para ser transferido para outros setores, de modo a aprender um pouco de tudo”, explicou.

 

Logo se matriculou em um curso de administração hoteleira. Foi gerente de hotéis em Salvador, trabalhou na antiga Emtur e virou consultor, assessorando 31 projetos. Terminou instalando o seu primeiro hotel, o Monte Pascoal de Itamaraju, seguido pelo Monte Pascoal de Porto Seguro, dos quais se desfez depois de algum tempo, para se concentrar no Monte Pascoal Praia Hotel, em Salvador.

 

“Em todos esses empreendimentos, contamos com uma ajuda fundamental, primeiro do Desenbanco e depois da Desenbahia. Sem esta parceria talvez não tivéssemos chegado até aqui”, afirmou Lemos, declarando que continua mutuário da agência, com oito financiamentos já quitados e um em andamento.

 

Cinco anos após inaugurar o Monte Pascoal Praia Hotel, ele se prepara para realizar uma nova reforma, a fim de mantê-lo em bom estado. Instalado na Av. Oceânica, entre o Farol da Barra e o Cristo, o hotel conta com 80 apartamentos – alguns especiais para deficientes físicos – piscinas, sauna, fitness, salão de beleza, business center, salas para pequenos eventos e restaurante, tudo mantido por 66 funcionários.

 

A localização privilegiada, em frente a um trecho de praia que figura entre os mais famosos cartões-postais de Salvador, perto de bancos, shopping centers e toda a estrutura de serviços da cidade, faz do hotel um ponto de atração tanto para o turismo de lazer quanto de negócios. Lemos procura reforçar essas vantagens com um serviço eficiente e personalizado, de modo a conquistar o cliente. Ele acredita que a saída para os hotéis independentes é fidelizar a clientela.

 

Não é com outro objetivo que ele estuda a implantação de um programa de qualidade no próximo ano. Os planos para o futuro incluem ainda o aproveitamento de sua já vasta experiência para entrar no segmento de administração de hotéis com sua própria bandeira – possivelmente, a Monte Pascoal.

 

Afro Bahia faz sucesso na Europa

 

Há seis anos, o zootécnico Arthur Borba Regis surpreendeu a família e os amigos com o que, à época, foi visto como apenas uma excentricidade. Profissional com estágios nos EUA, Suíça e Israel, especialista em gado de leite e pastagens, Regis passou a intercalar o trabalho de consultoria a fazendas de gado com a venda de bonés do modelo rastafari, de sua própria fabricação, em lojas de confecções do Pelourinho.

 

A idéia de se dedicar a uma segunda atividade tão curiosa para um zootécnico surgiu durante uma visita a São Francisco, nos EUA, quando comprou um boné com tranças rastafari acopladas, então uma novidade. Logo imaginou que o acessório tinha tudo para fazer sucesso na Bahia e resolveu tentar, ele próprio, reproduzi-lo. Foram muitos os erros até chegar ao padrão que considerava ideal, com cores adaptadas ao gosto baiano, como as adotadas pelo bloco Olodum. O resultado superou suas expectativas: além de adquirir toda a produção, os clientes – 80 àquela altura, incluindo comerciantes de Porto Seguro – começaram a pedir calças para a prática de capoeira, que curiosamente eram fornecidas por fábricas de São Paulo.

 

Mas os tempos em que aproveitava os fins de semana para percorrer as lojas do Pelourinho com uma sacola às costas já vão longe. Hoje, Regis exporta suas calças de capoeira da marca Afro Bahia (em fase de mudança para Afro Brasil) para os EUA, Israel e, principalmente, para a Europa, onde conta com distribuidores em Portugal, Holanda e Dinamarca. São de 2 mil a 10 mil peças por mês – equivalentes a até 90% de sua produção –, a depender da estação do ano. Ele vende mais durante o verão europeu, com pedidos de volumes cada vez maiores. Os problemas, porém, começam a surgir. Diante da procura, fabricantes da Espanha e Holanda já copiaram o estilo e a logomarca, passando a vender o produto falsificado.

 

Produzidas pela ABR Empreendimentos Comerciais e Serviços Ltda., razão social da Afro Brasil, com sede na Avenida Dendezeiros, em Salvador, as roupas de capoeira fabricadas por Regis são vistas lá fora como ‘casual wear’: são usadas para praticar esportes, ir à boate, passear. O maior atrativo, sobretudo nos países europeus mais setentrionais – o empresário está entrando agora na Suécia e Noruega –, são as cores fortes, raras nas roupas vendidas na Escandinávia e em outras regiões do continente.

 

“O que falta às pequenas empresas é a noção do que o cliente quer. Sempre perguntei o que meus clientes queriam, especialmente os estrangeiros. Não se pode tratá-los como se fossem brasileiros, com gostos e necessidades iguais aos nossos”, disse o empresário. Outra lição que ele repete é sobre a busca por dinheiro barato para financiar o giro do negócio. Nesse particular, Regis disse que a linha de giro do Programa Credifácil, da Desenbahia, foi providencial para alavancar a Afro Brasil. O primeiro empréstimo foi de R$ 17.500. O segundo, em fase de amortização, de R$ 55 mil. “Se depender de mim, serei sempre cliente do Credifácil. Não dá para sobreviver sem crédito barato”.

 

E, é óbvio, muito menos sem esforço. Quando recebeu as primeiras encomendas de calças para capoeira, Regis teve de pedir emprestado uma máquina de costura e recorrer a uma amiga para lhe ensinar a cortar o tecido. Terminou unindo-se a uma cooperativa de pequenas indústrias de confecção do bairro de Cajazeiras, até conseguir abrir sua própria fábrica, em 1999.

 

Explorando nichos


As primeiras exportações também não foram fáceis. Regis afirmou que se ressentiu da falta de orientação e andou pagando multas por elaborar contratos errados, até aprender a lidar com o comércio exterior.

 

Agora ele se prepara para lançar a sua primeira coleção, composta não só por calças de capoeira, mas por outros 21 itens, como agasalhos, bermudas e saias, criados pela designer paulista Marlene Sanches Silva. Para o futuro próximo, planeja abrir um centro distribuidor na Europa, provavelmente em Portugal, a fim de evitar os intermediários e baratear o preço dos seus produtos. “Uma calça sai daqui por 5 euros (cerca de R$ 17) e chega às lojas européias por até 40 euros (R$ 140)”, explicou.

 

Outro fator de encarecimento é a exportação por via aérea, já que os volumes ainda são pequenos para ser transportados por navio. A depender do desempenho do centro de distribuição, Regis pretende exportar ainda artesanato e, talvez, pedras semipreciosas e prataria. “Tudo com muito cuidado, com produtos de valor cultural. Nada de bugigangas, pois disso a Europa já está cheia”, disse.

 

O empresário também planeja se unir a consórcios para participar de feiras internacionais e explorar nichos de mercado, principalmente entre minorias com poder aquisitivo. No Brasil, pretende manter as duas lojas da Afro Brasil que instalou no Pelourinho e suas vendas para comerciantes de Praia do Forte, Porto Seguro, Morro de São Paulo e outros balneários baianos. Para atender a esses negócios, mais as exportações, emprega de 39 a 55 funcionários, de acordo com a época do ano.

 

Ao olhar para trás e lembrar de como tudo começou, ele ri das gozações que sofria e dos apelidos que recebeu, dados por quem não entendia como um especialista em zootecnia pudesse optar por se transformar em uma espécie de vendedor ambulante. “Agora, embora não seja rico, estou sempre recebendo propostas de parceria e pedidos de empréstimo daqueles que não acreditavam”, afirmou Regis, que nunca deixou de confiar no seu faro de empreendedor.

 

Fábrica de sofá cresce e conquista clientes

 

Muitos dos móveis expostos em grandes magazines e até em lojas de grifes com filiais na Bahia estão saindo de Lauro de Freitas, aonde o empresário Augusto César Coelho Lima vem produzindo estofados com aceitação cada vez maior no mercado nacional. Sob a marca Fábrica de Sofá, Coelho Lima já conquistou empresas como Insinuante, Lojas Maia, Dismel, A Primordial e Móveis Dellanno, e sua carteira de clientes não pára de crescer. Uma vitória de um técnico em eletrônica e telecomunicações que no início dos anos 90 ainda tentava montar os primeiros produtos de um recém-instalado fabrico de móveis tubulares. Saído de um emprego de 10 anos no Grupo Odebrecht, ele empregou todas as economias de que dispunha, cerca de US$ 30 mil, no projeto. Como estímulo, contava com o apoio do magazine Insinuante para expor os seus móveis, assim que atingissem o nível de qualidade exigido pela empresa.

 

A aquisição de equipamentos modernos e o treinamento dos operários fizeram com que em pouco tempo dominasse o processo de fabricação de móveis tubulares, chegando a produzir 5 mil peças por mês. “Mas o momento do tubular havia passado – esse tipo de móvel terminou virando commodity, um produto essencialmente popular. E não se consegue agregar valor a um produto com esse perfil”, disse Coelho Lima. Era preciso evoluir, e o empresário não demorou a começar uma pequena produção de sofá, no mezzanino da fábrica. “Tivemos sorte na escolha do modelo e do tecido das primeiras unidades. Em 1998, vendemos em apenas um mês 4 mil sofás”, afirmou.

 

Outro foco

 

A nova linha seguia com bom desempenho, quando um incêndio destruiu as instalações da fábrica, em 2001. Foram queimados cerca de mil conjuntos estofados, enquanto os móveis tubulares se transformaram em um amontoado de metal retorcido, num prejuízo de cerca de R$ 300 mil. O seguro reembolsou parte das perdas com as instalações físicas, mas os estoques estavam a descoberto. Coelho Lima entendeu que era o momento de abandonar os móveis tubulares para focar a produção totalmente nos estofados. “Já tínhamos a cultura de fábrica e não seria difícil seguir por esse caminho. Mas não dispúnhamos de capital de giro para comprar matéria-prima e tocar o projeto”, explicou.

 

Foi nessa etapa que ele se tornou um dos primeiros clientes do CrediFácil, a linha da Desenbahia que financia capital de giro às micro e pequenas empresas, logo após o lançamento do programa, no início do ano passado. Com um financiamento de R$ 100 mil, foi possível levar os planos adiante e gradualmente conquistar importantes clientes. Resgatado o primeiro empréstimo, Coelho Lima conseguiu um novo financiamento, no mesmo valor, ora em fase de amortização. Ele disse que pretende continuar cliente do CrediFácil, que recentemente reduziu os juros de 2,5 para 1,8% mensais e ampliou as bonificações para os que pagarem em dia as parcelas do empréstimo.

 

Marca própria

 

Hoje, o mix da Fábrica de Sofá engloba 30 modelos diferentes, com preços que variam de R$ 400 a R$ 2.500 – os top de linha –, contando ainda com poltronas, sofás-cama e puffs. A cada três meses, um designer de móveis radicado no pólo moveleiro de Bento Gonçalves (RS) visita a fábrica para tratar do lançamento de novos modelos e discutir soluções tecnológicas que garantam a qualidade dos produtos. Ao observar a variedade de demandas da clientela, o empresário decidiu criar uma marca própria – a Sofaria –, com a qual pretende unir a qualidade e o preço de um produto industrial à personalização conseguida apenas com o fabrico artesanal. O cliente escolhe o modelo do sofá ou de outro produto da linha, determinando o tipo de tecido, cor e detalhes – como pés ou braços de madeira ou metal – de sua preferência. A escolha inclui a opção por molas ou espuma, e ainda a consistência desta, de forma a atender especificamente às necessidades do usuário.

 

Assim, Coelho Lima começa a explorar um novo nicho de mercado em seu segmento, o de móveis personalizados. A loja da Sofaria funciona na própria fábrica e em breve ganhará uma ‘cara' nova: o empresário vai montar o show room em um espaço com paredes de vidro, para que o cliente possa ver a atividade da fábrica. Outra providência foi contratar uma empresa de software para criar um site de vendas pela internet. Tudo isso sem descuidar da outra linha, a Fábrica de Sofá, que já começou a sentir os reflexos da melhora na economia. Os 35 operários já estão às voltas com 30% a mais de pedidos para o fim do ano, em comparação com o mesmo período de 2003. E a empresa acaba de conquistar um novo cliente, a italiana Incanto Divani, que fabricará móveis exclusivamente para exportação em Ilhéus, para a qual passará a fornecer componentes.

 



A Desenbahia mantém em parceria com a Voluntárias Sociais um programa de inclusão de jovens aprendizes no mercado de trabalho. Os adolescentes aprendem uma profissão e são remunerados pelo que fazem.



O Grupo de Canto Coral Desenbahia foi criado em outubro de 2005 com a concepção de que a música, com seus elementos rítmicos, melódicos e harmônicos, facilita o desenvolvimento da criatividade, a integração e a socialização, possibilitando transformações em nível pessoal e profissional.

 

O Coral é composto por 24 colaboradores da Desenbahia, tendo na sua proposta performática a união da música às diversas manifestações artísticas. A regência é feita pelo maestro e musicoterapeuta Magno Aguiar, profissional de larga experiência no cenário baiano. Magno é criador e regente dos corais da Fundac, Irdeb, Setras e do Programa de Assistência ao Idoso da LBA.

 

A logomarca do Coral Desenbahia foi escolhida a partir de um concurso interno feito ao longo do mês de dezembro de 2005. A autoria é de Melquesedeque Machado.

 

Além das apresentações internas em eventos comemorativos de interesse institucional, atua também como ação de responsabilidade social na comunidade, realizando apresentações mensais em instituições filantrópicas - creches, abrigos para idosos e hospitais - sempre precedidas de doações arrecadadas em campanhas junto aos colaboradores da Desenbahia. Acreditamos que a implantação do Grupo Coral da Desenbahia venha promover o desenvolvimento integral do indivíduo, contribuindo assim para uma melhoria na qualidade de vida de seus colaboradores e saúde organizacional.

 

Para convidar o Coral Desenbahia para sua empresa, basta contatar a Gerência de Recursos Humanos, através do telefone (71) 3103-1139.

 

 



Lançado em setembro de 2007, o programa Recicla Desenbahia foi inspirado na ação vitoriosa adotada desde 1999 pelos órgãos do Centro Administrativo da Bahia, o Recicla CAB. Todo o material arrecadado pela instituição é doado à Cooperbrava, cooperativa de reciclagem que gera ocupação e renda para sete trabalhadores.

 

As lâmpadas fluorescentes utilizadas na Desenbahia não são descartadas no Meio Ambiente. Elas são encaminhadas para instituições responsáveis pela descontaminação do material que, em seguida, é reaproveitado para a produção de novas lâmpadas. Em breve as ações de reciclagem na Desenbahia deverão abranger outros itens, como vidros e alumínio.